Por uns instantes os bons ares me fizeram mal,
e agora tudo está do avesso e nada de viver em paz.
Rodopiando sobre próprio eixo, em busca de um caminho novo,
flagro as lembranças saltando de agora há pouco
há alguns poucos segundos, bem curtos, atrás,
antes de tudo desmoronar com o vento
quando todo sofrimento era o bolso vazio
E no instante em que tudo parecia se encaixar
Desaba o telhado e assalta-me o frio,
Palavras doces já não são escudos
Tampouco alívio pra viver excluso
Excomungado pelas próprias lembranças
Sentindo falta de uma criança
De brincadeiras de finais felizes
Besteiras que não contam a quem diz
É tudo uma questão de sono e de esperar uma nova manhã
O sol continuará nascendo, sempre no mesmo lugar
E os bons ares quem sabe um dia tenham compaixão
E me soprem uma sorte melhor.
e agora tudo está do avesso e nada de viver em paz.
Rodopiando sobre próprio eixo, em busca de um caminho novo,
flagro as lembranças saltando de agora há pouco
há alguns poucos segundos, bem curtos, atrás,
antes de tudo desmoronar com o vento
quando todo sofrimento era o bolso vazio
E no instante em que tudo parecia se encaixar
Desaba o telhado e assalta-me o frio,
Palavras doces já não são escudos
Tampouco alívio pra viver excluso
Excomungado pelas próprias lembranças
Sentindo falta de uma criança
De brincadeiras de finais felizes
Besteiras que não contam a quem diz
É tudo uma questão de sono e de esperar uma nova manhã
O sol continuará nascendo, sempre no mesmo lugar
E os bons ares quem sabe um dia tenham compaixão
E me soprem uma sorte melhor.
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